Você sabe o que é uma Pastilha de Freio?

Todo mundo sabe que o veículo não movimenta-se só à gasolina ou álcool. Um automóvel para operar corretamente carece de uma conservação habitual e correta. É preciso habitualmente analisar o óleo, os pneus, o motor e, ainda, os freios. A propósito, falando em freios, você sabe para que serve uma pastilha de freio ?
Já sabe que a pastilha de freio faz parte dos freios a disco? Não? Nesse artigo, você vai aprender o que é e seus derivados. É bem importante que você perceba sua serventia e a necessidade de uma manutenção adequada.
Vamos lá?

Freio a disco – Entenda a respeito

O freio a disco, que depende demasiadamente da pastilha de freio , é um dispositivo de transformação de energia cinética em calor por meio da fricção. Sua eficácia é mensurada pela sua aptidão de dissipar o calor originado.
Um freio a disco, feito de modo geral de ferro fundido ou compostos cerâmicos, é ligado à roda ou eixo. A fim de travar a roda, um aparato de atrito, tal como a pastilha de freio, é submetido mecânica, hidráulica, pneumáticamente contra os dois lados do disco.
Existem dois tipos de dispositivos de freio a disco: fixos e flutuantes. Os imóveis têm pistões em ambos os lados, que, sempre que ativados, encostam a pastilha de freio no disco. Enquanto os flutuantes impulsionam o pistão e encostam a pastilha interna contra o disco de freio e, conjuntamente, a pinça movimenta-se para trás do pistão.
Revela construção mais densa. Os principais itens do freio a disco são: Disco, Conjunto de Pinça e Pastilha de freio.

Origem da origem do Freio a disco?

historia-freio-disco Com o intuito de aprimorar os procedimentos de frenagem, em meados de 1890 foi planejado o freio a disco, no entanto somente em 1898, umas das primeiras versões foram utilizadas pelo inventor americano Elmer Ambrose Sperry num automóvel elétrico onde a pastilha era imposta contra o disco por processo eletromagnético.
Tendo sido primeiramente produzidos na fabricante de carros compactos Crosley Corporation no período de 1948. Os veículos ingleses e franceses começaram a ser implementados com discos de freio em quantidade industrial nos anos de 1950 e os americanos em 1960.
O invento do freio a disco possibilitou grande melhoria à condutibilidade ( aptidão de se controlar o automóvel ) e ao domínio do automóvel, mesmo em velocidades maiores.
Sem dúvida, o conjunto de freios de um automóvel consiste-se numa dos elementos mais importantes e cruciais, sendo ele o encarregado por assegurar uma frenagem apropriada, perante as mais inúmeras condições de trânsito.

Dispositivos de freio a disco – Saiba quais são

A compressão hidráulica para ativação do dispositivo de freio é ocasionada através do cilindro mestre, acionado pelo motorista. O depósito de fluido garante o abastecimento de fluido sempre que aumenta a sucção graças ao consumo das pastilhas.
O controle da pressão quando não é aplicado o freio é concedido pelo orifício de compensação. Existem dois tipos de cilindro mestre: simples e duplo. Logo, existem muitos modelos de circuito de freio:

  • Cilindro mestre simples: a evasão do cilindro abastece todos os freios ao mesmo tempo, por consequência um vazamento proporciona a perda total do freio;
  • Cilindro mestre duplo por eixo: cada escapamento alimenta um eixo;
  • Cilindro mestre duplo cruzado: um escapamento alimenta a roda frontal esquerda e a traseira direita e a outra saída nutre as rodas restantes. Diante disso, o pistão primário do cilindro tem curso útil semelhante ao secundário e o raio de rolagem deverá ser negativo na suspensão dianteira.

Vantagens do freio a disco

Veja abaixo os proveitos do freio a disco:

  • O freio a disco propaga conveniente a energia absorvida por causa da sua exposição ao fluxo de ar;
  • Não acumula impureza;
  • Não há prolongamento de curso do pedal devido à dilatação do disco. Além de tudo, as pinças distribuem adequadamente a pressão aplicada ao disco, reduzindo o dano das pastilhas, em comparação às lonas das sapatas;
  • Tem maior espontaneidade de manutenção e instalação;
  • Nunca se esqueça de cuidar da pastilha de freio, para ter uma maior durabilidade do seu freio a disco.

Fluido de freio e sua relação com a Pastilha de Freio!

O fluído de freio possui como principal tarefa remanejar a pressão para a pastilha de freio. Ele concretiza esta ação apertando o disco do freio a fim de gerar um atrito que vai fazer com que o automóvel pare.
Entre os tipos de fluído existem os que são baseados em Glycol e baseados em Silicone.
Os óleos baseados em Glycol são higroscópicos, isto é, ele absorve a umidade atmosférica. Existe inclusive o óleo baseado em silicone que são os hidrofóbicos, quer dizer que não misturam-se com água. Esse tipo de óleo não é utilizado em território brasileiro, pois ele é ideal para locais de temperatura fria.
Um elemento fundamental para ser aprendido é o de dot do óleo. O dot indica o grau de ebulição do óleo e é assinalado na embalagem do produto. Os óleos baseados em Glycol possuem dot entre 3. 4 e 5. 1.

Precauções primordiais com o fluido de freio

cuidados-fluido-freio Modificar ou dar uma olhada no nível do fluído de freio não tem o costume de estar entre as prioridades do motorista. Muitas pessoas não sabem, no entanto, que ele é o encarregado por acionar todo o sistema de freio. Caso esteja vencido ou abaixo do mínimo aconselhado, é capaz de trazer riscos à frenagem, sem mencionar que faz com que o consumo da pastilha de freio seja instantâneo.
Ao contrário de outros líquidos do carro, o fluído de freio não diminui com o uso, e, se isto ocorrer, nunca deve ser completado. Existe nos automóveis um reservatório próximo ao motor. Na hipóstese do volume estar entre o mínimo e o máximo, não há essencialidade de substituir ou completar.
Entretanto, se o reservatório do fluído estiver abaixo do nível, comece a se preocupar. É sinal que algo está errado. O esquema de freio é um sistema fechado e pelas características do produto jamais deve ter perdas. Caso haja necessidade de acrescentar, significa que há um vazamento no conjunto que tem necessidade de ser reparado.
Tem que ser esgotado o fluído atual e alterado por um novo, já que este vazamento é capaz de ter comprometido as propriedades técnicas do produto como, por exemplo, contaminação por umidade.

Em que ocasião tenho que alterar o fluido do freio?

Que nem qualquer outro item, o óleo tem prazo de validade. Então, faz-se preciso apurar no manual do automóvel o tempo sugerido pela montadora que, no geral, é a cada 10.000 Km ou 12 meses.
O óleo higroscópico é o mais empregado. Este, que capta a umidade atmosférica, ao longo do tempo vai diminuindo sua eficácia e acaba motivando bolhas de ar que contaminam o sistema. Além de tudo, eles causam oxidação nos pistões e nos cilindros, além de prejudicar todo o conjunto, particularmente a pastilha de freio.

Funcionamento do sistema hidráulico

Os freios a disco hidráulico são um autêntico marco na história do Mountain Bike, ao determinar novos parâmetros de confiabilidade, eficácia e modulação.
Ainda que sejam amplamente empregados nas modernas bicicletas de MTB, os freios a disco são um autêntico bicho de sete cabeças para muitos ciclistas, particularmente com relação ao seu funcionamento e cuidados a serem adotados.

O que é um Sistema Hidráulico

A base de funcionamento de qualquer sistema hidráulico constitui-se em produzir movimentos ou força através da aplicação de um fluido de difícil compressão, ocasionando na força mecânica.
Uma força colocada para funcionar os freios ( mediante o pressionamento das manetes) é multiplicada no procedimento. O fator de ampliação dessa força é estabelecido pelo comprimento dos pistões em cada ponta do conjunto.
Em se tratando dos freios hidráulicos, o pistão da manete que empurra o fluido através do conjunto é inferior ao pistão que impele a pastilha de freio ao disco. Com isso, a força utilizada pela mão do ciclista nas manetes é ampliada, ajudando-o a brecar de forma fácil e eficiente.

Elementos do Sistema Hidráulico

Basicamente, um conjunto de freios a disco hidráulico tem as seguintes partes:

  • Cilindro mestre situado nas manetes;
  • Conduítes ou mangueiras;
  • Fluido hidráulico;
  • Pistões, situados nas pinças de freio;
  • Pastilha de freio;
  • Rotor.

O Fluido Hidráulico

Um ótimo fluido hidráulico para uso em freios tem que combinar duas características essenciais: incompressibilidade e alto ponto de ebulição.
A incompressibilidade garantirá que que a energia utilizada nas manetes não seja desperdiçada em seu percurso em destino às pinças dos freios. Em compensação, um fluido de baixo ponto de ebulição vai se transformar em vapor no decorrer das condições climáticas muito quentes alcançadas ao longo das freadas mais intensas. Esse processo é capaz de ocasionar em determinadas falhas e sérios acidentes.
Dispositivos de freios hidráulicos utilizam fundamentalmente 2 modelos de fluido: DOT ou óleo mineral, cada um com suas próprias características de eficácia e ponto de ebulição.

Tipos de Freios Hidráulicos

Os contemporâneos dispositivos de freio a disco hidráulico são capazes de ser do tipo aberto ou fechado. Ao contrário do que o nome possa sugerir, os dois são integralmente selados.
Um sistema hidráulico aberto possui um tanque em sua parte interna, o qual proporciona que o fluido seja capaz de ser incluído ou retirado mecanicamente ao longo de sua utilidade. Ao longo do calor gerado pela brecagem, o tanque é encharcado pelo fluido hidráulico.
Uma película maleável interna se contrai ou expande-se, nivelando a mudança na pressão do conjunto. Sem mencionar que um conjunto aberto gera uma porção a mais de fluidos para empurrar os pistões e compensar o desgaste das pastilhas.
Um conjunto fechado também tem um reservatório. Ainda que a ausência da membrana que compense o fluxo do fluido faça com que o acerto do espaçamento dos pistões tenha que ser feito manualmente.

Freio-Motor – Conheça sobre

O freio-motor é o uso do próprio funcionamento do motor a fim de reduzir ou administrar a velocidade do veículo. Por exemplo, em uma rodovia o motorista dirige em 5ª marcha no momento em que surge a descida. Então, se remove o pé do acelerador e permite o automóvel seguir a trajetória.
Somente de tirar o pé do acelerador e deixar o carro cambiado o motorista estará empregando o freio-motor. No momento em que o motorista evita a utilização a mais do freio para não superaquecê-lo está empregando o freio-motor.
Desse jeito, o motorista minimiza uma ou duas marchas e deixa o carro seguir pela descida. E inclusive usa o freio moderadamente, sem a necessidade de ficar colocando todo o tempo o pé no acelerador.

Meu automóvel tem o freio-motor?

Sim! Todos os carros têm o freio-motor, mas nem todos os motoristas, mesmo aqueles que se julgam “verdadeiros pilotos”, fazem utilidade deste recurso.
Mas, em que lugar posso achar este freio-motor? Ele é um botão? Em que lugar aperto? Temos uma notícia para oferecer a você: não existe este “comando” no veículo. O freio-motor é apenas uma expressão para esclarecer uma atividade mecânica.

Qual o pró de se utilizar o “freio-motor”?

vantagem-freio-motor A regra é simples, entretanto pouco usada: engate, ao descer uma ladeira, a mesma marcha que iria ser empregada para subir outra. Isto é, caso fosse necessário engrenar uma segunda marcha para subir uma rua, engatar esta mesma marcha ao descê-la.
Pode até ser opcional usar os freios, uma vez que basta o freio-motor para que possa descer a ladeira sem problemas. Uma parcela dos condutores deixa a caixa engatada em quarta ou quinta e reduzem a marcha apenas no pedal do freio.
Reduzindo o consumo do conjunto de freios e, inclusive, da pastilha de freio, utilizar o próprio motor para diminuir a velocidade amplifica a segurança, pois corta o “fading”, um sobreaquecimento do freio no momento em que ele é muito empregado em ladeiras íngremes. Esse superaquecimento põe o automóvel inoperante, sendo preciso desligá-lo e esperar o mesmo reduzir a temperatura.

O freio-motor está instalado nos veículos automáticos?

E no caso do carro com câmbio automático? Não faz diferença: todos eles fornecem a opção da diminuição da marcha, bem como o câmbio manual. É somente retirar a alavanca do “D” e colocá-la em “3”, “2” ou “S”, para utilizar corretamente o freio-motor.

Freio ABS – Saiba sobre

ABS é uma sigla formada tanto a partir da locução de origem germânica Antiblockier-Bremssystem quanto da expressão inglesa Antilock Breaking System. Este dispositivo é automatizado e mais confiável, pois impede que as rodas do carro percam contato de tração com a superfície da rodovia.
Os freios ABS são reconhecidamente melhores com relação aos breques tradicionais. Eles impedem que as rodas agarrem e escorreguem no momento em que o motorista aciona a frenagem de forma súbita. Carros como o Fiesta, Classic e Gol atualmente tem de contar com este conjunto.
O conjunto ABS proporciona vantagens como: a não derrapagem do automóvel e, consequentemente, o crescimento da equilíbrio em situações de frenagens emergenciais, possibilitando que o condutor consiga desviar de obstáculos ao passo que freia, reduzindo a distância de parada em até trinta por cento.
Com a diminuição das distâncias de parada proporcionada pelo uso do ABS, espera-se uma redução significativa no número de acidentes ocasionados pelo bloqueio pré-maturo das rodas.

Como o freio ABS funciona?

O ABS (Anti-lock Braking System) é um sistema de frenagem o qual evita que a roda bloqueie e entre em derrapagem quando o pedal do freio é pisado fortemente, evitando a perda de domínio do carro.
O ABS é constituído por sensores os quais controlam a rotação das rodas e as comparam com a velocidade do veículo. Os sensores mensuram a rotação e passam informações à unidade de controle do ABS. Se esta unidade observar que alguma das rodas encontra-se quase travando, vai ter a intervenção da central em menos de 1 segundo, modulando a pressão de frenagem, fazendo com que a roda não trave e possibilitando uma frenagem mais tranquila.

Saiba os tipos de freio ABS

freio-abs EBD – Electronic Brakeforce Distribution , que, no português, significa, Sistema de Distribuição Eletrônica de Frenagem. Essa qualificação possui a intensão de distribuir a frenagem entre cada eixo em casos habituais, recordando que trinta por cento no eixo de trás e 70% no da frente.
BAS – este já atua em situações delicadas, uma parada rápida, pois a sua frenagem trabalha inteligentemente.
AFU é uma palavra da França – Aide au Freinage d´Urgence , que no português é Amparo à Frenagem de Urgência. Este atua em casos excepcionais, porque ele usa uma força extra ao freio para que o automóvel pare e o ABS trabalhe. Há uma imperfeição que ocorre no pedal do ABS, devido a alta vibração.

Burrinho de freio – Saiba a respeito

Sem dúvida você já ouviu falar que o “burrinho de freio” do automóvel está com avarias, certo? Entretanto você sabia que esse também é conhecido como “cilindro mestre”? Independente de como você tem consciência dessa peça, o essencial é saber que esta parte é muito importante para o funcionamento adequado de seu carro.
Leia abaixo determinadas informações com relação ao Burrinho de Freio!

O que é o tão popular Burrinho de Freio?

É um cilindro hidráulico que está incluso no conjunto de freios do carro. Toda roda do automóvel há uma peça que está ligada a um burrinho a qual reage ao pedal de freio. Ao ativar o pedal, um pino penetra no burrinho e faz com que o fluido seja solto nas outras rodas.
Sua finalidade é prover o conjunto com fluidos transformando pressão mecânica em pressão hidráulica.

Relevância da manutenção

Os automóveis modernos dividem o seu conjunto de frenagem em dois circuitos. Isto ocorre pois, quando o motorista pisar no freio, esses 2 circuitos irão dar uma melhor segurança e estabilidade.
Vale destacar que cada par de rodas fica vinculado com cada circuito. Caso haja qualquer insuficiência no sistema, pode-se contar outras duas rodas para frenar o veículo.
E é aí que entra a peça denominada cilindro mestre. A peça é a encarregada por aprontar a compressão hidráulica a fim de que os freios atuem, utilizando dois pistões no mesmo envoltório. O êmbolo que está dentro da câmara move-se e produz compressão do fluído. Com isto, movimentando os pistões dos cavaletes e os cartuchos, acionando a frenagem do veículo.

Saiba em que momento é preciso substituir o burrinho de freio!

Assim como ocorre com inúmeros componentes do automóvel, a longevidade desse elemento depende do uso do automóvel. É bastante essencial os cuidados que o motorista tem com o seu automóvel. Se houver capricho e prudência por parte do proprietário, pode ser que dure até mais do que 80 mil km. Isto é, mais do que cinco ou seis anos num carro.

Vantagens em substituir o cilindro mentor

trocar-cilindro-mestre A substituição inapropriada do fluido de freio ou vazamentos desse material tem probabilidade de ocasionar a perda de ação da frenagem. A oxidação que gera a diminuição do tempo de vida útil do burrinho é outro inconveniente, especialmente na pastilha de freio.
Além da moderação com combustível, a troca do burrinho diminui os riscos na ocasião em que você ter necessidade dos freios. Consequentemente, realize a conservação preventiva e, caso necessário, a troca da peça.
Com a preservação apropriada, as despesas com pneus ou uma pastilha de freio irão ser menos comuns!